Criança dá um grito repentino no banco de trás do carro: agora, a mãe alerta todo o mundo sobre o perigo inesperado

Por: Caio Henrique
22 dezembro 2017 15h 46min

A primeira preocupação dos pais é a saúde dos seus filhos. Por isso, quando eles se magoam, os adultos se sentem tão tristes e impotentes que não desejam essa dor a ninguém. Foi o que aconteceu com o marido de Shelly Martin, quando um terrível acidente ocorreu com a filha no banco de trás do carro.

O homem colocou a criança de 6 anos no banco de trás do carro, e minutos depois algo terrível aconteceu. O automóvel em que Samantha e o seu pai estavam viajando derrapou e embateu contra uma árvore. O choque foi tão grande que o cinto de segurança que a menina estava usando cortou o seu estômago. O pai saiu do carro e ligou imediatamente para a emergência e para a mulher.

Shelly diz ter ficado em choque e nunca mais irá esquecer aquele momento. “Seu intestino estava para fora, do lado esquerdo do corpo”, diz a mulher. A menina de 6 anos tinha cinto de segurança, mas não estava numa cadeirinha para crianças. No local onde a família vive, na Virgínia, especialistas não recomendam que os mais novos se sentem no banco sem esse acessório.

Agora a mãe está convencida de que as lesões de sua filha não seriam tão graves se ela estivesse viajando em cima da cadeirinha. “Ela não teria se machucado tanto se estivesse numa cadeirinha”, diz a mulher. Depois do terrível acidente, esses pais querem avisar os outros adultos para que isso não volte a acontecer.

“Não achem que só porque o seu filho tem 7 ou 8 anos ele é muito grande (para uma cadeirinha)… ele não é!” Para além dos ferimentos no estômago, Samantha também ficou com lesões na cabeça e no pescoço na batida. Felizmente ela se recuperou bem fisicamente, mas está indo a um psicólogo para tratar do estresse pós-traumático.

Shelly Martin e seu marido quase perderam a sua filha, mas acham que tudo acontece por um motivo. Por isso, eles querem espalhar a mensagem o mais que puderem: “Se pudermos consciencializar e salvar outra criança, pelo menos poderemos tirar algo de bom disso”, conclui a mãe.

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